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Forgiveness.

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O arranca rabo de heróis e vilões não tem fim, isso todo mundo já sabe. A alegria de viver de um herói é acordar sabendo que terá que combater aquele vilão mais uma vez. O mesmo acontece com o vilão, que sai da cama todo feliz sabendo que o herói está lá pra impedir a cagada que vai fazer! Enfim, isso me lembrou “O Dia em Que a terra Parou” do Raul!

Mas e quando eles cansarem dessa rotina? Quando decidirem pendurar as chuteiras, será que vai rolar um “desculpa aí”?

Essa é a grande graça do desenhista Mike Joos. O desenho do rapaz não são caprichados, mas são legais de se ver.

Optimus e Megatron.

Luthor e Superman.

Esqueleto e He-Man.

Batman e Coringa.

Esse é o blog do cara, faça uma visita e confira os outros posts mais antigos, tem vários lá.

Recriando capas de HQ’s.

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Essa é a proposta do blog Covered.

São centenas de novas versões de capas clássicas (ou nem tanto) feitas por artistas diversos, alguns até amadores. Confira se estiver com tempo, o resultado é bem legal. =)

Steve Ditko

Fred Hembeck

Jim Lee

Greg Kletsel

Joe Kubert

Artista desconhecido!

Também vale a pena conhecer as versões para as capas do Batman de Bob Kane, Joe Shuster e outras do Ditko (coisa clássica da Marvel).

Tirando da caixa o Superman (Christopher Reeve) – HOT TOYS

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Fui assistir o Superman uns 15 anos depois de ter sido feito, por volta de 93, quando já tinha uns 7 anos. Meu tio, na época adolescente, costumava alugar os VHS’s e levar em casa. Meus pais eram os únicos que ele conhecia com um video-cassete livre a qualquer hora. Era um CCE de duas cabeças que passou vários clássicos até ser doado pra alguém… Apesar de ser criança, eu assistia cada um dos filmes. Me borrava todo quando era algum da série “A Hora do Pesadelo” ou “Sexta-Feira 13” e ficava muito feliz quando era uma ficção cientifica com ação. Tipo “Alien” (nesse caso o segundo), “Predador” e “O Exterminador do Futuro”!

Voltando ao assunto, não tenho muita certeza, mas acho que assisti primeiro o segundo filme… Os efeitos e a pancadaria com o trio de vilões de Krypton me deixou maluco naquela época, virei fã do caipira de Smallville imediatamente. O engraçado é que hoje eu gosto mais do primeiro, do Richard Donner. Quando quero reviver essa época é o do Donner que eu coloco. No fim das contas, acho o primeiro menos blockbuster, apesar da importância do herói, é mais singelo, memorável.

No video logo abaixo, estou tirando da caixa a action figure da Hot Toys baseada no  Super do Christopher Reeve. Esperei ansioso para tê-lo em casa desde o seu anúncio. A caixa é demais, traz nela  a emocionante frase “in memory of Christopher Reeve”. Emocionante porque foi com o acidente do Reeve que eu ouvi pela primeira vez o termo “tetraplégico”. Fiquei extremamente triste, claro, pois era o meu herói de infância…

Em 2004 ele morreu por conta de uma parada cardíaca, era tetraplégico desde 1995, quando teve a carreira de ator interrompida ao cair de um cavalo!

Reeve fundou uma organização de caridade para atender pessoas com deficiência semelhante, foi um entusiasta das pesquisas com células-tronco para o tratamento de doenças e lesões. Lançou dois livros após seu acidente: “Ainda Sou Eu” em 98 e “Superar o Impossível” em 2002. Nunca achei pra comprar e nunca li nenhum dos dois. Mas a busca continua!

Além de ser a cara do Superman no cinema, Reeve elevou o mito sendo também o super-homem em vida!