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My Dick – A prova de que a humanidade nunca saiu da 5ª série.

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Imagine uma música com “my dick” espalhado por toda letra. Por exemplo, a frase “Saying i love you”, inicio de “More Than Words”, balada da banda Extreme, se transforma em nada mais que “My Dick i love you”… Imaginou?

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Eric Clapton compôs “Tears In Heaven” em um momento tenso de sua vida. “Dane-se”, devem ter pensado a dupla ao cantar “Would you hold my dick  if you saw it in heaven?”.

“Deconstructivists, Absurdists, Dadaists, Pop-Artists”. É o que está escrito no campo “sobre” na página do Facebook da dupla. Sob o pseudônimo de Hand Solo e Cool Hand, eles soltaram na rede o álbum duplo com 23 versões de clássicos do pop e rock recheadas de “my dick”. Você se lembra de 4 Non Blondes? Aquela famosa banda dos anos 90 de uma música só? Pois o hit chicletinho “What’s Up?” ganhou “my dick” do começo ao fim. Haha.

Se a vida fosse um jogo de tabuleiro, rir na casa “My Dick” certamente faria-nos voltar pra quinta série. Ouça e/ou baixe o álbum completo, clique aqui.

Rahma Projekt.

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O Rahma Projekt nasceu pelo desejo de criar simplesmente pelo prazer de criar. Sem briefing, sem pressão, sem cliente, sem pretensão. Criando o que eu gosto, como eu gosto, sem me preocupar em ter que dar explicação, fazer sentido ou dar satisfação.

Nada muito inovador ou genial, só um projeto pessoal, conceitual e experimental. Uma válvula de escape que junta duas das minhas paixões: design e rock’n’roll.

Por Rafael Hoffmann Maurilio.

São muitas artes de músicas sempre boas, uma mais genial que a outra. Abaixo segue uma amostra de algumas que eu compraria um poster ou uma camiseta fácil fácil…

Impossível alguém dizer que gostou mais de uma ou de outra. São tantas!

Os posters do Rahma Projekt podem ser facilmente adquiridos pelo site Urban Arts. Também rolam outros produtos estampados por Hoffman no site Uzinga. Vale dar aquela conferida e seguir o Rahma Projekt para ver de perto cada peça nova.

Só fiquei sabendo dessa graças ao Não Toco Raul.

House of the Rising Sun – Computer Remix.

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A versão mais antiga de House of The Rising Sun data de mil novecentos e trinta e alguma coisa… Mas certamente a gravada pela banda The Animals é a mais conhecida. Também queira, o primeiro álbum do grupo  chegou com tudo na parada britânica. O legal da época era que enquanto os Beatles pareciam super comportados e fofos de terninho, os garotos do “The Animals” pareciam mais com garotos endiabrados engomadinhos só pra missa de domingo! Eric Burdon principalmente!

 

Agora que você conhece ou se lembrou da música, hora de ver a versão que fizeram somente com sons tirados de osciloscópios e traquitanas antigas de computador!

P.S.: Ah sim, toda vez que escuto essa música me lembro de “Os Bons Companheiros” do Scorsese…

“Desde que eu me entendo por gente,
Eu sempre quis ser um gangster!”

Como estragar um clássico: The Sound Of Silence.

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Atrocity é um banda de metal, death metal, fuck metal ou qualquer coisa do tipo… Não entendo esses subgêneros! O som não é novidade, até que são antiguinhos, acontece que nunca havia escutado esse cover e tenho que admitir: Credo!

Esse pianinho de fundo é irritante, sem contar esse teclado nas viradas que não dão harmonia nenhuma. Estranho! Dessa vez os alemães não conseguiram!

Escute a versão original da dupla e purifique seus ouvidos!

The Baseballs – Ai se eu te pego.

2 Comentários

A história dos rapazes começa em 2007. Sam, Basti e Digger se começam uma banda de rock do mais clássico possível, típico dos anos 50 e 60, o rockabilly. O grupo transforma os sucessos da industria pop em coisa boa. Músicas da Lady Gaga, Kate Perry e Rihanna (tive que ir no google pra ver como se escreve esse nome) ficam infinitamente melhores nas mãos dos rapazes.

Você pode conhecer mais sobre a banda, que é alemã (verdade), no site oficial. Também tem bastante material no canal do YouTube. O legal do grupo é que o passado não fica só no estilo da música, mas também no figurino de Johnny Bravo dos três… Topetes e costeletas no maior estilo Elvis.

Natalie Imbruglia já é um pop para os mais velhinhos.

Conheço a banda já faz um tempo, já ouvi bastante, até enjoar… Mas estava fuçando no canal deles no YouTube e achei o vídeo abaixo. Nossa… Nossa… Michel Teló rockabilly! Hehehehehe!

Me deu até vontade de dançar… Passou!

Eric Clapton & Coadjuvantes Incríveis.

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Uma história rápida com essa música… Há muito tempo atrás, na época em que o KazaA era novidade, eu baixei exatamente esse vídeo de Old Love. A execução da música é magistral, assisti dezenas de outros show do Clapton, dezenas de versões mas nunca uma exibição virtuosa como essa, tanto do slowhand quanto a do tecladista… Isso mesmo, não é só o Clapton que destrói nessa apresentação, Tim Carmon faz um solo de teclado memorável no final, diga-se de passagem que o cara é incrível.

Eu estava no show do Clapton no final do ano passado (12/10/2011) e posso dizer que o cara se diverte tocando! =)

O DVD ainda conta com figurantes ilustres como Sheryl Crow, Mary J. Blige e Bob Dylan.

Quando baixei esse vídeo no KazaA, a qualidade era ótima pra época e devia ter uns 50 megas, minha conexão era discada e levei várias madrugadas pra concluir o download!

Quando começava o solo de teclado no fim, o vídeo terminava, eram uns 20  segundos e só, acabava o vídeo… Claro que fiquei curioso pra cacete pra ver o que acontecia depois, mas não conseguia achar o bendito DVD pra comprar (conexão discada lembra?). Andei por todas as lojas de DVDs da cidade e no máximo, encontrava um show ou outro nas barraquinhas, comprei todos que encontrei pela frente, sem sucesso. Até que, depois de descobrir o nome do show, encontrei esgotado na “americanas.com”, coloquei meu e-mail e esperei… Quando apareceu disponível no site fui logo comprar!

Ah, nesse mesmo show tem uma versão de Little Wing com um solo de sax que é literalmente de tirar o fôlego. O nome desse coadjuvante que rouba a cena é David Sanborn.

Assisto pelo menos uma vez por ano, é um dos melhores shows registrados do Clapton!

I Want to Break Free.

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“I Want to Break Free” foi escrita por John Deacon, baixista da banda. E a ideia de se travestir veio do baterista Roger Taylor!

Sabe que toda vez que vejo esse clipe lembro do filme “Priscilla , a Rainha do Deserto”?

Filmaço com Hugo Weaving (o agente Smith de Matrix) e Terence Stamp (simplesmente o General Zod de Superman II).

Tem ele completo no YouTube, com dublagem clássica e tudo! Livre-se de qualquer preconceito e assista!

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