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Estampas legais.

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Não gosto de escolher roupas nessas lojas de moda, tipo C&A e Riachuelo. Geralmente essas lojas são grandes e é muito chato olhar centenas de camisetas e acabar com  aquela “sem estampa” de R$15,90. Certa vez vi uma camiseta com a cara do Mickey no estilo David Bowie em “Aladdin Sane”. Fui logo provar, pois ela tinha uma gola v muito suspeita! Bingo, quase mostrava meu umbigo, fiquei parecendo o Fiuk. É, a moda as vezes estraga!

[Estilo Doug] Certa vez comprei uma calça jeans. Meses depois, acabei batendo o olho em outra, provei, o preço estava bom e comprei. Quando cheguei em casa percebi que era repetida.

Como uma coisa leva a outra, a tira abaixo acabou me lembrando dessas lojas. Já que elas sempre trazem incríveis estampas que não significam nada, ou estampas que significam algo em peças ruins.

O que é que essa merda quer dizer?

Por essas e outras tenho comprado camisetas só pela internet… São dezenas de sites, famosos ou não, confiáveis ou não, se tem uma estampa legal eu encaro. Aliás, queria fazer um post listando alguns sites que indico, mas vai ficar pra próxima!

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Poder Sem Limites.

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[Blá blá blá]

Você já ficou tão irritada com alguma coisa que quis explodir tudo? E se você desenvolvesse poderes iguais ao do título português do filme, sem limites? Nada te impediria de bancar o Tetsuo certo?

Eu já banquei o Tetsuo dezenas de vezes no video game, isso mesmo, jogos violentos onde podia ser ainda mais violento! No segundo GTA por exemplo (aquele da visual de cima ainda no primeiro PlayStation), eu costumava fazer códigos pra ficar invulnerável, obter armas com munições infitas e destruir tudo. Nem os tanques de guerra eram páreos. Os anos se passaram, os jogos se tornaram mais realistas e ainda assim continuo achando que jogos ditos violentos não são estimulantes pra cagada, na verdade são otimos pra dar um fim ao estresse! É sério! Jogos de futebol por exemplo, tendem a ter um efeito contrário ao dos jogos de mundo aberto, você joga mal, perde uma partida, fica puto e não tem a opção de matar o adversário, ou seja, em vez de aliviar acaba a atividade ainda mais estressado!

[Fim do blá blá blá]

Poder Sem Limites tem um tom sério que é definido logo de cara. Com pouco tempo de filme percebemos que a casa de um dos personagens (Andrew) não é nenhum modelo de família feliz! Andrew não é popular na escola, sua mãe doente se mantém viva com dificuldade e o pai, por algum motivo desconhecido, não trabalha mais, vive amargurado e com o rabo cheio de cachaça. Somado tudo isso, basta adicionar super poderes e já podemos dizer pro capitão que isso aí vai dar merda!

Vamos resumir.

Andrew resolve sair andando com sua câmera filmando tudo, talvez um jeito de ver seu próprio o mundo por uma ótica menos horrível. É daí que vem o estilo de câmera do filme, aquele em que a pessoa por trás da câmera faz parte da trama, estilo Cloverfield e REC. Mas não se preocupe se não é fã desse estilo, as cenas são bem pensadas e a montagem flui perfeitamente!

Matt, é o primo  e único provável amigo de Andrew. Convence o deslocado a acompanha-lo até uma festa afim de conhecer alguém ou simplesmente se divertir. Claro que não dá muito certo, Andrew leva sua câmera que é praticamente um motivo a mais pra ser zuado pelos valentões. Logo Andrew vai pro lado de fora curtir sua solidão (conhecido também como simplesmente chorar). Até que aparece Steven pedindo pra ele o seguir e filmar o que havia encontrado junto com seu primo Matt, uma espécie de buraco ou caverna, uma vez lá dentro, eles tocam num cristal estranho que lhes conferem os poderes.

Pronto. Não precisa explicar muito, não importa de onde vem os cristais e muito menos os poderes. Só é mencionado telecinésia uma ou duas vezes… Agora Andrew pode filmar e manter as mão livres e os três vão fazer o que qualquer jovem “normal” com super poderes faria, brincar com eles. E a brincadeira mais hilária é a em que Steven, o negro esportista e descolado da turma, troca um carro de vaga num estacionamento para deixar a dona procurando, ele ainda diz: “yeah, dessa vez foi o cara negro”!

Aliás, o único clichê desse filme é matar o personagem negro no segundo ato. Eu juro que comecei a torcer pra que ele não tivesse um fim… Mas não foi dessa vez!

Finalizando, esse poderia ter sido um filme de ação exagerado, cheio de efeitos e completamente superficial. Mas a proposta do direto Josh Trank era outra, é uma exploração emocional. Diga-se de passagem muito bem realizada, créditos também aos três atores que fazem um trabalho competente. Os efeitos, embora às vezes óbvio, são agradáveis.

Ao contrário de Super 8, onde a idéia era mostar pessoas lidando com a perda e seguindo em frente, Poder Sem Limites mostra reações extremas diante da perda iminente e momentos de estresse. Por conta da vida infeliz, desde o início ja sabemos que é Andrew quem vai explodir e chegar ao final do filme surtado. Só nós resta acompanhar a viagem com indignação ou inveja. Nada mais!

No fim, Poder Sem Limites me lembrou um pouco o anime Akira, onde Andrew é Tetsuo e Matt o Kaneda… E que fique registrado minha opinião sobre o live-action do anime japonês: “Depois de Poder Sem Limites, o Akira de Hollywood é completamente desnecessário”!

Ah, estava me esquecendo… Logo logo Poder Sem Limites se tornará um cult dos filmes de “super-poderes”.

A vida está em suas mãos, a morte em suas mentes.

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Algum pica grossa da faculdade disse que o curso de Ciência da Computação deveria ter aulas de Gestão e Empreendedorismo, ou então foi só o MEC mesmo, e agora eu tenho essa aula toda sexta-feira!

Tem cara de aula bônus, daquelas que você tem 99,9% de certeza que vai passar sem fazer muita força. E as vezes é até legal, sendo assim, pode até surpreender! Um exemplo? Na primeira ou segunda aula do ano a professora passou “Doze Homens e uma Sentença“, filme de 1957.

O longa dirigido pelo Sidney Lumet (que morreu no ano passado) se desenrola praticamente em um único cenário, a sala onde os jurados dicidem a culpa do réu. O acusado é um garoto de apenas 18 anos, o crime é o assassinato do pai e os 12 homens juntos naquela sala equeivalem a Deus. Sabendo disso, já dá pra imaginar que o filme se sustenta na narrativa, e funciona muito bem! Onze jurados consideram o garoto culpado logo na primeira votação. Quase unânime, a não ser pelo personagem do Henry Fonda que decide dúvidar e debater… Você não se relaciona com os personagens por nome, mas sim pelos aspectos de suas personalidades, o estupido, o observador, o indiferente, ignorante e por aí vai!

Já me estendi demais, então vamos ao assunto, ou melhor, a aula de hoje.

A professora deu um questionário para auto-avaliação do perfil empreendedor, foram 30 itens que deveriam ser assinalados entre uma escala de 1 a 5, sendo de insuficiente a excelente! A soma desses itens (ex. comprometimendo, tolerância, criatividade e liderança) diriam se você leva jeito, pode levar jeito ou não tem jeito nenhum pra empreender algo!

Mas a graça da aula estava na segunda parte, onde a professora (que me fugiu o nome) pediu pra que listássemos (três) coisas que gostariamos de já ter realizado quando chegassemos aos setenta anos. Isso mesmo, 70 ANOS! Depois o mesmo pra daqui 7 e por último 6 metas para a vida toda. Essa última não poderia repetir as metas dos 70 nem dos 7 anos… Vamos as minhas.

(Três) Metas realizadas quando tiver 70 anos:

  • Terei vendido meu Del Rey azul, ano 89: Faz um ano que ele está com uma placa de venda e só apareceu dois interessados… É muito difícil vender um carro que quando seu pai te deu, a primeira coisa que pensou foi: “quem eu vou comer com isso aí?
  • Uma biblioteca com muitos livros e HQ’s já lidas: Ganhei o Duna no fim de 2010 e só agora que comecei a ler. E tenho pelo menos mais 2 livros na fila. E isso sempre me acontece, talvez seja justamente pelo fato de pausar a leitura pra devorar alguns quadrinhos… Bom, quero uma biblioteca (mesmo que modesta) de coisas que usei!
  • Título de mestrado: Uma vez, numa livraria qualquer, eu li um trecho do livro Piadas Nerds (que eu não comprei) onde um dos idealizadores da bagaça comentava o auê em cima do título de doutorado. Eu divido da mesma opinião, que é o fato do doutorado vir depois do mestrado, quando deveria ser o contrário! Era pro mestrado ser o título mais foda, e o motivo é simples, nós falamos Mestre Yoda e não Doutor Yoda! Mestre Splinter, Mestre dos Magos… Não preciso dizer mais nada!

Agora o mesmo pra daqui 7 anos:

  • Continuar sem um filho: Porque apesar de achar legal a idéia de ter um padawan, ter um filho é caro, coisa de luxo!
  • Continuar sem uma filha: Barbie é coisa babaca e cara, e ela vai querer ganhar uma, duas ou mais por ano, dificilmente não! Enquanto que o garoto você consegue tapear com uma bola ou um Hotwheels sem pista mesmo!
  • Continuar com todos os meus hobby’s: São eles: ação, guerra, aventura, esportes… Todos praticados no video game!

E por último, as 6 metas para toda a vida:

  • Viver até os 70 anos ou mais: Porque mesmo com a expectativa de vida aumento aumento a cada década, parece que ta foda chegar nos sessenta sem turbulência!
  • Viver até os 70 anos ou mais, sem impotência: Deve ser complicado não poder contar nem com um fap fap!
  • Viver até os 70 anos ou mais, sem câncer: Essa merda parece que está na moda, todo mundo tem!
  • Viver até os 70 anos ou mais, sem um AVC: Imagina só se, por conta disso, eu tiver que usar fralda! Além do mais, eu gosto do meu cérebro.
  • Viver até os 70 anos ou mais, sem alzheimer: Já sofro com a falta de memória, imagina só com a inexistência dela!
  • Viver até os 70 anos ou mais, sem perder o bom humor: Sorrir é lega, dar risada é muito mais!

Assistam o filme, preto e branco, ritimo bom, atuações boas, coisa fina!

Vou dormir… E obrigado pelos peixes! =)

Tirando da caixa o Superman (Christopher Reeve) – HOT TOYS

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Fui assistir o Superman uns 15 anos depois de ter sido feito, por volta de 93, quando já tinha uns 7 anos. Meu tio, na época adolescente, costumava alugar os VHS’s e levar em casa. Meus pais eram os únicos que ele conhecia com um video-cassete livre a qualquer hora. Era um CCE de duas cabeças que passou vários clássicos até ser doado pra alguém… Apesar de ser criança, eu assistia cada um dos filmes. Me borrava todo quando era algum da série “A Hora do Pesadelo” ou “Sexta-Feira 13” e ficava muito feliz quando era uma ficção cientifica com ação. Tipo “Alien” (nesse caso o segundo), “Predador” e “O Exterminador do Futuro”!

Voltando ao assunto, não tenho muita certeza, mas acho que assisti primeiro o segundo filme… Os efeitos e a pancadaria com o trio de vilões de Krypton me deixou maluco naquela época, virei fã do caipira de Smallville imediatamente. O engraçado é que hoje eu gosto mais do primeiro, do Richard Donner. Quando quero reviver essa época é o do Donner que eu coloco. No fim das contas, acho o primeiro menos blockbuster, apesar da importância do herói, é mais singelo, memorável.

No video logo abaixo, estou tirando da caixa a action figure da Hot Toys baseada no  Super do Christopher Reeve. Esperei ansioso para tê-lo em casa desde o seu anúncio. A caixa é demais, traz nela  a emocionante frase “in memory of Christopher Reeve”. Emocionante porque foi com o acidente do Reeve que eu ouvi pela primeira vez o termo “tetraplégico”. Fiquei extremamente triste, claro, pois era o meu herói de infância…

Em 2004 ele morreu por conta de uma parada cardíaca, era tetraplégico desde 1995, quando teve a carreira de ator interrompida ao cair de um cavalo!

Reeve fundou uma organização de caridade para atender pessoas com deficiência semelhante, foi um entusiasta das pesquisas com células-tronco para o tratamento de doenças e lesões. Lançou dois livros após seu acidente: “Ainda Sou Eu” em 98 e “Superar o Impossível” em 2002. Nunca achei pra comprar e nunca li nenhum dos dois. Mas a busca continua!

Além de ser a cara do Superman no cinema, Reeve elevou o mito sendo também o super-homem em vida!